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Chegada de nova oferta brasileira já está atrasada em função das chuvas que travam a colheita em algumas regiões Os futuros da soja negociados dão sequência às baixas na Bolsa de Chicago e, perto de 6h55 (horário de Brasília), perdiam entre 4,25 e 5 pontos nos principais vencimentos. O março vinha cotado a US$ 10,50 e o maio, US$ 10,63 por bushel. Os preços do farelo e do óleo também trabalhavam do lado negativo da tabela. Esta tem sido mais uma semana de intensa volatilidade para o complexo soja. O mercado tem sentido os impactos dos novos anúncios de Donald Trump, que sinalizou, na noite da última terça-feira (21), que deverá começar a taxar os produtos chineses a partir de 1º de fevereiro. Do mesmo modo, a safra da América do Sul se mantém no foco central dos traders. Há problemas de clima no Brasil e na Argentina que vem não só tirando potencial produtivo das lavouras, mas também atrasando a chegada da oferta da nova safra ao mercado global. E são estas condições que têm limitado as baixas que são registradas na CBOT. O caminhar do dólar também é acompanhado de perto. Ontem, a moeda americana voltou a recuar forte frente ao real, perdeu mais de 1,5% e fechou abaixo dos R$ 6,00 pela primeira vez no ano, o que também acaba por ser um fator de suporte às cotações em Chicago. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/392819-soja-segue-recuando-em-chicago-nesta-5-feira-e-mercado-se-divide-entre-trump-e-clima-adverso-na-ams.html

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Índice oficial da B3 para liquidar contratos futuros, Indicador vai percorrer confinamentos e indústrias frigoríficas de nove estados A DATAGRO, consultoria agrícola que atua em mais de 50 países, colocou na estrada, pelo segundo ano seguido, a comitiva do Indicador do Boi DATAGRO que vai percorrer nove estados. Neste ano, além da B3, a Bolsa do Brasil, o Indicador do Boi da Estrada conta com o apoio da Nova Futura Investimentos e Nutron | Cargill. A partir de fevereiro, o Indicador do Boi passa a ser o índice oficial de referência para liquidar contratos futuros de pecuária na B3. A mudança foi comunicada ao Mercado em novembro do ano passado. “Essa jornada de porteira em porteira reforça o compromisso da DATAGRO com fundamentos como auditoria de dados, coleta segura e distribuição transparente, assegurando confiabilidade nas informações fornecidas ao mercado. É um espaço colaborativo e imparcial, onde todos os elos da cadeia contribuem ativamente”, destaca João Otávio Figueiredo, head de pecuária da DATAGRO. Criado em 2019, o Indicador do Boi já monitora mais de 60% do abate brasileiro, percentual alcançado a partir da coleta de dados fornecidos por mais de 5 mil pecuaristas, número que envolve propriedades cadastradas e colaboradores parceiros, de mais de 1,3 mil municípios, além de mais de 120 plantas frigoríficas. Hoje, o aplicativo conta com mais de 9,2 mil usuários cadastrados. “Este movimento, de levar a B3 para dentro das fazendas, demonstra nossa confiança no potencial dos contratos futuros. Desde 2018, temos visto um salto no volume negociado, com quase metade dos investidores sendo pessoas físicas, e há espaço para ampliar ainda mais”, comenta Marielle Brugnari, head de produtos de commodities da B3. Nos próximos meses, DATAGRO e B3 vão percorrer mais de nove mil quilômetros. Além das visitas às fazendas e às indústrias, a comitiva promoverá jantares de relacionamento. O roteiro teve início em Presidente Prudente, oeste de São Paulo, com a primeira parada realizada em janeiro. O Indicador do Boi na Estrada seguirá ainda pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Minas Gerais, Rondônia, Goiás, Bahia e Pará. Em 2024, a comitiva percorreu mais de 50 propriedades e visitou mais de 15 indústrias frigoríficas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/boi/392826-indicador-do-boi-datagro-e-b-3-iniciam-jornada-de-visita-as-fazendas-para-aumentar-a-liquidez-dos-contratos-futuros-na-bolsa.html

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BERLIM (Reuters) - O Banco Central Europeu corre o risco de prejudicar sua credibilidade se reduzir a taxa de juros quando a inflação subir mais rápido do que o previsto, mesmo que temporariamente, alertou o membro do banco Robert Holzmann, em uma entrevista ao site Politico publicada nesta segunda-feira. Os dados mais recentes mostraram que a inflação subiu para "bem acima" de 2% em dezembro e provavelmente mostrará o mesmo em janeiro, disse ele. O membro do Conselho do BCE, que é amplamente considerado como uma autoridade "hawkish" (agressiva no combate à inflação), acrescentou que entrará na discussão sobre um corte na taxa de juros este mês com a mente aberta. "Um corte não é, de forma alguma, uma conclusão precipitada para mim", disse ele. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/392589-bce-pode-perder-credibilidade-se-reduzir-juros-apos-aumento-acima-do-esperado-da-inflacao-diz-holzmann.html

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A produção de Feijão no Paraná deve ultrapassar 329 mil toneladas, o dobro das 160,4 mil toneladas colhidas no verão de 2024. Esse aumento foi impulsionado por um crescimento significativo na área plantada, que subiu 57% em relação aos 107,8 mil hectares da primeira safra 23/24. Até o momento, mais de 80% dos 169 mil hectares cultivados já foram colhidos, com produtividade variando entre 1.500 kg e 2.700 kg por hectare. Entretanto, essa abundância gerou uma queda de 48% nos preços desde janeiro de 2024, reduzindo-os de R$ 329,53 para R$ 170,82. O impacto é especialmente sentido no mercado do Feijão-preto, que representa cerca de 70% da área plantada no estado. Essa tendência de baixa nos preços pode também refletir-se no consumidor final, com novas atualizações de preços no varejo previstas para divulgação na próxima semana pelo Deral/Seab-PR. Contudo, preços baixos não necessariamente resultam em aumento de consumo, já que há um limite na demanda, que tende a ser menor em cenários de produção excessiva. Além disso, a falta de confiança em possíveis altas de preço faz com que os consumidores evitem estocar mais do que o necessário, agravando a situação. Diante desse cenário, cada vez mais produtores e comerciantes têm buscado se associar ao IBRAFE para compreender melhor as mudanças no mercado. A principal estratégia agora é avaliar se devem suspender os plantios futuros ou investigar quais variedades de Feijão oferecem melhores oportunidades, seja no mercado interno ou para exportação. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/feijao-e-graos-especiais/392591-ibrafe-precos-do-feijao-no-parana-caem-48.html

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Por Fernando Cardoso SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha leve alta frente ao real nesta quinta-feira, em linha com os ganhos em mercados emergentes, à medida que os investidores continuam se posicionando para o início do governo de Donald Trump nos Estados Unidos e aproveitavam o patamar da moeda norte-americana no Brasil para realizar compras. Às 11h40, o dólar à vista subia 0,22%, a 6,0382 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,28%, a 6,050 reais na venda. Após uma sessão de perdas amplas para a divisa dos EUA na véspera, que vieram na esteira de dados de inflação ao consumidor melhores na maior economia do mundo, os mercados voltavam a apostar no dólar diante da iminência do retorno de Trump à Casa Branca. Ainda há uma série de incertezas sobre as políticas que o presidente eleito implementará, mas analistas têm frequentemente apontado que suas promessas de campanhas, que incluem tarifas de importação e cortes de impostos, são inflacionárias, o que favorece o dólar ao elevar as taxas de juros futuras do país. "Com poucos pregões até a inauguração de Trump e com o tópico das tarifas mais quente do que nunca, parece difícil acreditar que o mercado buscará desfazer suas posições em dólares, e a moeda norte-americana deve continuar em alta até lá", disse Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank. Nesse último ponto, o destaque do pregão será a audiência do indicado de Trump para o Departamento do Tesouro, Scott Bessent, no Senado, com os mercados globais em busca de sinais de como o presidente eleito implementará suas promessas de campanha. Analistas têm apontado que Bessent, um veterano de Wall Street, buscará controlar os déficits dos EUA e utilizar as prometidas tarifas de importação como uma ferramenta de negociação com aliados e adversários. Bessent prometeu na quarta-feira garantir que o dólar continue sendo a moeda de reserva global. Na frente de dados dos EUA, o governo informou que o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou mais do que o esperado na semana passada, mas permaneceu em níveis compatíveis com um mercado de trabalho saudável. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 14.000, para 217.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 11 de janeiro. Economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos para a última semana. Em um relatório separado, números mostraram que as vendas no varejo dos EUA cresceram de forma sólida em dezembro, com alta de 0,4% no mês passado, após um ganho revisado para cima de 0,8% em novembro. Os dados pareciam ter pouco efeito nas negociações deste pregão, com os investidores cada vez mais concentrados nas perspectivas para o governo Trump. O índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,25%, a 109,300. Na cena doméstica, as sessões recentes têm sido marcadas por falta de notícias e poucos dados relevantes, o que tem feito os agentes financeiros se voltarem justamente para o exterior em busca de impulsos para as negociações. Parte do mercado brasileiro aproveitava esta sessão, no entanto, para comprar dólares em meio aos patamares relativamente baixos da moeda em comparação com os últimos dias. Na véspera, o dólar à vista fechou a 6,0251 reais -- a menor cotação de encerramento desde 12 de dezembro do ano passado --, enquanto nesta quinta a divisa dos EUA chegou a cair abaixo de 6,00 reais, um nível não visto no fechamento desde 11 de dezembro. "Acho que vínhamos aqui em um movimento de devolução dessa alta aguda do dólar, que aos olhos de muitos parecia um 'overshooting '. Uma alta de 27% em 2024 não se justificava, apesar de todas as questões locais amplamente discutidas", disse Fernando Bergallo, diretor de operações da FB Capital. Na frente de dados, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou avanço de 0,1% em novembro em relação ao mês anterior, em dado dessazonalizado. A leitura foi melhor do que a expectativa em pesquisa da Reuters de estagnação no mês. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/392440-dolar-tem-leve-alta-com-posse-de-trump-e-taxa-de-cambio-no-brasil-em-foco.html