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KIEV (Reuters) - O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse à Reuters que está pronto para chegar a um acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que inclua a participação dos EUA no desenvolvimento dos grandes depósitos de terras raras e outros minerais essenciais da Ucrânia. Em 3 de fevereiro, Trump disse que queria o fornecimento de terras raras da Ucrânia para os Estados Unidos em troca do apoio financeiro à guerra de Kiev contra a Rússia. Zelenskiy divulgou a ideia em seu "plano da vitória", apresentado aos aliados de Kiev — entre eles, Trump — no ano passado. Entre outras coisas, o plano propõe acordos com parceiros estrangeiros para o acesso conjunto aos estratégicos recursos da Ucrânia. Terras raras são um grupo de 17 metais usados para fazer ímãs que transformam energia em movimento para veículos elétricos, celulares, sistemas de mísseis e outros eletrônicos. Não há substitutos viáveis. A China, contra quem Trump ameaçou estabelecer uma guerra comercial, é o maior produtor mundial de terras raras e muitos outros minerais críticos. O Serviço Geológico dos EUA considera que há 50 minerais críticos, incluindo terras raras, níquel e lítio. A Ucrânia tem reservas de 22 dos 34 minerais identificados pela União Europeia como críticos, de acordo com o seu Ministério da Economia. São materiais industriais e de construção, ferroligas, metais preciosos e não ferrosos e alguns elementos de terras raras. Há também quantidade importante de carvão, mas a maior parte está atualmente no território ocupado e sob controle russo. QUAIS SÃO OS METAIS DAS TERRAS RARAS DA UCRÂNIA E PARA QUE SÃO USADOS? Conhecida como o celeiro da Europa, a Ucrânia também possui vastos recursos minerais. Alguns são essenciais para indústrias da defesa, alta tecnologia, aeroespacial e energia verde. Segundo o Instituto de Geologia, a Ucrânia possui terras raras como lantânio e cério, usados em TVs e na iluminação; neodímio, utilizado em turbinas eólicas e baterias de veículos elétricos; e érbio e ítrio, cujas aplicações variam de energia nuclear a lasers. A União Europeia também indica que a Ucrânia tem reservas de escândio. Há confidencialidade sobre os detalhes dos dados. Analistas de mineração e economistas dizem que a Ucrânia não tem minas comerciais operacionais de terras raras. Zelenskiy disse à Reuters que a Ucrânia tem as maiores reservas de titânio e urânio da Europa. Segundo o Fórum Econômico Mundial, a Ucrânia também é fornecedora potencial de lítio, berílio, manganês, gálio, zircônio, grafite, apatita, fluorita e níquel. O Serviço Geológico afirmou que a Ucrânia tem uma das maiores reservas confirmadas de lítio da Europa — cerca de 500 mil toneladas —, um elemento vital para baterias, cerâmica e vidro. As reservas de titânio estão localizadas principalmente no noroeste e centro da Ucrânia, enquanto o lítio está no centro, leste e sudeste. As reservas de grafite, um componente-chave para baterias de veículos elétricos e reatores nucleares, representam 20% dos recursos globais. Os depósitos estão no centro e oeste do território. QUAIS RECURSOS UCRANIANOS ESTÃO SOB O CONTROLE DE KIEV? A guerra causou danos generalizados em toda a Ucrânia, e a Rússia ocupa agora cerca de um quinto de seu território. A maior parte dos depósitos de carvão da Ucrânia, que alimentavam sua indústria siderúrgica antes da guerra, estão concentrados no leste e foram perdidos. Cerca de 40% dos recursos metálicos da Ucrânia estão agora sob ocupação russa, de acordo com estimativas dos think-tanks ucranianos Nós Construímos a Ucrânia e Instituto Nacional de Estudos Estratégicos, com dados até o primeiro semestre de 2024. Em janeiro, a Ucrânia fechou sua única mina de carvão coque fora da cidade de Pokrovsk, que está sob a mira das forças de Moscou. A Rússia ocupou pelo menos dois depósitos de lítio durante a guerra: um em Donetsk e outro na região de Zaporizhzhia, no sudeste. Kiev ainda controla depósitos na região central de Kyrovohrad. QUAIS SÃO AS OPORTUNIDADES E DESAFIOS PARA A MINERAÇÃO NA UCRÂNIA? Apesar de a Ucrânia ter uma força de trabalho altamente qualificada e relativamente barata, além de uma infraestrutura já desenvolvida, investidores destacam uma série de barreiras ao investimento, como processos regulatórios ineficientes e complexos e a dificuldade de acesso a dados geológicos e obtenção de terras. Tais projetos levariam anos para serem desenvolvidos e exigiriam um robusto investimento inicial. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/393967-saiba-mais-quais-sao-terras-raras-da-ucrania-e-por-que-trump-tem-interesse-neles.html

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Por Jiaxing Li HONG KONG - As ações chinesas e de Hong Kong subiram nesta segunda-feira, com o otimismo em torno da startup de inteligência artificial DeepSeek elevando as ações de tecnologia, enquanto dados de inflação melhores do que o esperado impulsionaram a confiança. No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,56%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,21%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,84%. As ações relacionadas à IA lideraram os ganhos devido ao otimismo contínuo em torno do DeepSeek. A fabricante de chips Cambricon Technologies saltou 8,9% e a empresa de IA CloudWalk Technology disparou 20%, atingindo o limite superior diário de negociação. As três maiores operadoras de telecomunicações da China - China Mobile, China Unicom e China Telecom - ganharam de 1,7% a 6,6% depois de dizerem que estavam trabalhando com o modelo de código aberto da DeepSeek para "promover a aplicação inclusiva da mais recente tecnologia de IA". As preocupações com as tensões comerciais entre os Estados e a China também podem diminuir no curto prazo, já que os investidores cada vez mais veem as ameaças tarifárias como táticas de negociação, disseram do China Securities. Enquanto isso, as preocupações com a deflação da China diminuíram depois que dados de domingo mostraram que a inflação ao consumidor acelerou para o seu nível mais rápido em cinco meses em janeiro, graças aos gastos com as festas de fim de ano. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,04%, a 38.801 pontos. . Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,84%, a 21.521 pontos. . Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,56%, a 3.322 pontos. . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,21%, a 3.901 pontos. . Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,03%, a 2.521 pontos. . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,96%, a 23.252 pontos. . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,36%, a 3.875 pontos. . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,34%, a 8.482 pontos. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393974-acoes-da-china-e-de-hong-kong-sobem-com-impulso-da-deepseek-ao-setor-de-tecnologia.html

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FORÇA AÉREA UM (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo que anunciará na segunda-feira tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio para os EUA, que se somariam às tarifas existentes sobre metais, em outra grande escalada de sua revisão da política comercial do país. Falando aos repórteres no Força Aérea Um, Trump também disse que anunciará tarifas recíprocas na terça ou quarta-feira que entrarão em vigor quase imediatamente. Ele disse que os EUA igualarão as taxas cobradas por outros países e que isso se aplicará a todos. "De forma muito simples, se eles nos cobrarem, nós os cobraremos", disse Trump sobre o plano de tarifas recíprocas. Durante seu primeiro mandato, Trump impôs tarifas de 25% sobre o aço e 10% sobre o alumínio, mas depois concedeu a vários parceiros comerciais cotas isentas de impostos, incluindo Canadá, México, e Brasil. O ex-presidente Joe Biden estendeu essas cotas para Reino Unido, Japão e União Europeia, e a utilização da capacidade das usinas siderúrgicas dos EUA tem caído nos últimos anos. De acordo com dados do governo e do American Iron and Steel Institute, as maiores fontes de importação de aço dos EUA são Canadá, Brasil e México, seguidos por Coreia do Sul e Vietnã. Por uma grande margem, o Canadá é o maior fornecedor de alumínio primário para os EUA, respondendo por 79% do total das importações nos primeiros 11 meses de 2024. O México é um importante fornecedor de sucata de alumínio e liga de alumínio. TARIFAS RECÍPROCAS Trump disse que realizará uma coletiva de imprensa na terça ou quarta-feira para fornecer informações detalhadas sobre o plano de tarifas recíprocas, acrescentando ao que ele revelou na sexta-feira de que estava planejando tarifas para garantir "que sejamos tratados de forma igualitária pelos outros países". O presidente há muito tempo reclama do fato das tarifas de 10% da UE sobre as importações de automóveis serem muito mais altas do que a taxa de 2,5% dos EUA para automóveis. Ele frequentemente afirma que a Europa "não aceita nossos carros", mas envia milhões através do Atlântico todos os anos. Os EUA, no entanto, têm uma tarifa de 25% sobre as caminhonetes, uma fonte vital de lucros para a General Motors, a Ford e as operações da Stellantis nos EUA. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393975-trump-diz-que-anunciara-tarifas-de-25-sobre-aco-e-aluminio-em-nova-escalada-comercial.html

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Por Fernando Cardoso SÃO PAULO (Reuters) - O dólar à vista oscilava pouco ante o real nesta quarta-feira, à medida que investidores aguardam uma série de dados econômicos no Brasil e nos Estados Unidos e observam os desenvolvimentos do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo. Às 9h46, o dólar à vista subia 0,06%, a 5,7753 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,29%, a 5,798 reais na venda. Na esteira de 12 sessões consecutivas de queda do dólar no Brasil, os investidores demonstravam maior cautela no início desta quarta, uma vez que ainda buscavam qualquer fator que pudesse direcionar as negociações para um lado. Nesse ponto, a agenda do dia é cheia de fatores a serem analisados. Os mercados acompanharão dados de emprego do setor privado norte-americano às 10h15, além da pesquisa do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) sobre o setor de serviços do país às 12h. "Um dado mais fraco de emprego pode tirar a pressão sobre a curva de juros e, consequentemente, enfraquecer o dólar", disse Matheus Spiess, analista da Empiricus Research. O índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- caía 0,51%, a 107,500. No Brasil, o foco estará em torno da divulgação da pesquisa PMI sobre o setor de serviços, às 10h. Mais cedo, o IBGE informou que a produção industrial brasileira registrou queda de 0,3% em dezembro na comparação com o mês anterior. Ante o mesmo mês do ano anterior, a produção subiu 1,6%. Agentes financeiros globais também esperam por novas notícias sobre o conflito comercial entre EUA e China, com a expectativa de um possível telefonema entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, sobre o assunto. Os EUA adotaram tarifas de 10% sobre os produtos chineses no fim de semana, com a medida entrando em vigor na terça, o que provocou uma retaliação por parte da China. Trump exige que a China contribua mais para ajudar os EUA a combater o fluxo de fentanil nas fronteiras norte-americanas, enquanto o país asiático afirma que a questão é problema dos EUA. Na terça-feira, Trump disse que não tem pressa para falar com o presidente chinês e tentar desarmar a nova guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. "A percepção dos investidores é que Trump tem usado a questão das tarifas muito mais como uma ferramenta de negociação, como uma tática de negociação, para obter concessões... isso diminui um pouco os receios de que a gente possa observar uma guerra comercial ampla", disse Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX. Após o fechamento dos mercados, as atenções se voltarão para comentários do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que concede entrevista à jornalista Miriam Leitão, com exibição às 23h30 na GloboNews. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393715-dolar-ronda-estabilidade-ante-o-real-com-dados-e-conflito-comercial-eua-china-em-foco.html

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SÃO PAULO (Reuters) - A exportação de soja do Brasil foi estimada em 9,77 milhões de toneladas em fevereiro, o que seria um leve crescimento ante o volume do mesmo mês do ano passado, de acordo com projeção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que fez um alerta de que chuvas podem alterar as previsões ao longo do período. Em fevereiro de 2024, o Brasil exportou 9,60 milhões de toneladas, segundo a Anec. O mês marca o início efetivo da exportação da nova safra, cuja colheita está atrasada em meio a chuvas em Mato Grosso, principal produtor. "A alta frequência de chuvas tem atrasado a colheita em parte do país. No Mato Grosso, as precipitações recorrentes dificultam os trabalhos no campo e impactam a qualidade dos grãos colhidos", afirmou a Anec, em relatório. "Além disso, a logística é comprometida, uma vez que o escoamento da safra ocorre, em muitos casos, por estradas não pavimentadas, que ficam em condições inviáveis para manter um bom fluxo de transporte", acrescentou. A programação de navios para fevereiro nos portos brasileiros aponta uma estimativa de 11,2 milhões de toneladas, número que poderá passar por revisões ao longo do período. Nem todo volume previsto no "line-up" costuma ser embarcado. "Do ponto de vista prático da exportação, essas chuvas frequentes não afetam somente a nossa produção, mas comprometem o tempo de operação de carregamento de navios nos portos afetados, o que pode reduzir o volume embarcado ao longo do mês", afirmou a associação. Os porões dos navios são fechados e os embarques interrompidos, quando chove. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/393713-anec-estima-alta-na-exportacao-de-soja-do-brasil-em-fevereiro-mas-alerta-para-chuvas.html