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As importações brasileiras de fertilizantes bateram o recorde dos últimos cinco em 2024. Foram desembarcadas nos portos brasileiros 44,3 milhões de toneladas, um crescimento de 8,3% em comparação aos 40,9 milhões no mesmo período do ano anterior. A informação consta na edição de janeiro do Boletim Logístico, divulgado nesta quarta-feira (29) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Pelo porto de Paranaguá, chegaram ao país de janeiro a dezembro de 2024, 11 milhões de toneladas contra 10,3 milhões no mesmo período de 2023. Já pelos portos do Arco Norte, foram 7,52 milhões em 2024 em comparação a 5,97 milhões do ano anterior. Por Santos, entrou um total de 8,88 milhões de toneladas no ano passado, comparadas a 8,56 milhões em igual período de 2023. O Boletim Logístico informa ainda que o principal produto cultivado no país, a soja, apresentou um aumento de exportações pelos portos do Arco Norte. Em dezembro passado, foram expedidos por estes portos, 34,8% das exportações nacionais, superando os 33,8%, no mesmo período do ano passado. Fretes – Em relação ao mercado de fretes, o Boletim informa que na Bahia o fluxo logístico com o transporte de grãos apresentou queda em relação a novembro. Com a redução na demanda foi observada a diminuição na cotação dos fretes na maior parte das localidades pesquisadas no estado. Já no Distrito Federal, foram registradas pequenas variações nas praças pesquisadas. Os fretes para os portos de Paranaguá, no Paraná, e Santos, em São Paulo, se mantiveram estáveis ou com pequena variação de preços. Para Goiás, a demanda por fretes no município de Rio Verde em dezembro foi baixa, algo normal para essa época do ano, de acordo com as transportadoras. Para a maioria das rotas a cotação de frete reduziu, exceto para algumas rotas pontuais com origem de Cristalina e Catalão. Apesar da baixa movimentação, as eventuais demandas têm enfrentado uma certa dificuldade para encontrar caminhões para atender aos pedidos. No Maranhão, em dezembro, não houve ocorrência de fretes rodoviários de cargas de soja direcionados para o porto do Itaqui ou para o Terminal Ferroviário de Porto Franco, em razão da ausência de estoques e em Mato Grosso, o mercado de fretes rodoviários apresentou pouca movimentação, mantendo-se em ritmo lento no final do ano. Houve redução nas cotações em praticamente todas as rotas que têm o estado como origem. Já em Mato Grosso do Sul, os fretes experimentaram oscilações negativas de preços em função da disponibilidade de produto para movimentação. Para Minas Gerais o Boletim destacou que, para o café, as exportações são realizadas por cooperativas e exportadoras e mantiveram o valor dos fretes no patamar histórico devido à boa demanda. No Piauí, o mercado de fretes em dezembro continuou bastante retraído, refletindo em impactos nos valores de frete cobrados nas principais rotas de escoamento do agro do estado. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/logistica/393268-logistica-conab-brasil-registra-aumento-nas-importacoes-de-fertilizantes-em-2024.html

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SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou menos do que o esperado por analistas em janeiro, em alta de 0,27%, depois de ter avançado 0,94% no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. O dado veio acima da expectativa em pesquisa da Reuters com analistas de alta de 0,2%. Com o resultado do mês, o índice passou a acumular alta de 6,75% em 12 meses. "Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno", apontou André Braz, economista do FGV IBRE. "No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia", completou. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, subiu 0,24% em janeiro, registrando forte desaceleração depois da alta de 1,21% no mês anterior. No IPA, os destaques na desaceleração foram itens do estágio de Matérias-Primas Brutas, que tiveram baixa de 0,75% em janeiro, após subirem 2,35% em dezembro. Os principais itens para o resultado do IPA foram soja em grão (-5,71% em janeiro, de -2,34% em dezembro), bovinos (-2,17% em janeiro, de +2,50% em dezembro) e suínos (-11,24% em janeiro, de +1,51% em dezembro). Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, acelerou ligeiramente e teve alta de 0,14% no período, depois de ter avançado 0,12% em dezembro, com aceleração em cinco das oito classes que compõem o número. O grupo Alimentação apresentou alta de 1,31% em janeiro depois de subir 1,09% no mês anterior, com destaque para o subitem tomate (+20,33% em janeiro, de -5,18% em dezembro). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também acelerou e passou a subir 0,71% em janeiro, de uma alta de 0,51% em dezembro. O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393265-igp-m-sobe-027-em-janeiro-diz-fgv.html

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NAPERVILLE, Illinois, 29 de janeiro (Reuters) - Com a oferta global de milho chegando aos menores níveis da década no final deste ano, a colheita de milho do Brasil não pode se dar ao luxo de sofrer um acidente. Os estoques de milho brasileiros estão particularmente apertados rumo à safra 2024-25, e o plantio da segunda safra de milho, que representa quase 80% da produção de milho do país, está tendo um início lento. A segunda maior produção de milho do Brasil deve aumentar modestamente este ano em relação ao ano passado, mas se isso não acontecer, poderá representar uma oportunidade para os Estados Unidos. O segundo maior estado produtor de milho, Mato Grosso, tinha plantado apenas 1% até a última sexta-feira, o ritmo mais lento desde 2011, mas quase idêntico ao de 2021. Ambos os anos, além de 2016, outro ano lento, coincidiram com algumas das piores produtividades de milho do estado. Chuvas fora de hora atrasaram a colheita de soja do Mato Grosso, o que também atrasa o plantio de milho. Isso muda a janela de formação de rendimento de milho para potencialmente se sobrepor ao início da estação seca. Os agricultores do Mato Grosso, em média, plantam cerca de 11% de sua safra de milho esta semana, então os esforços de plantio devem estar pelo menos 12% completos até sexta-feira para manter um ritmo um tanto confortável. A última semana foi favoravelmente mais seca, embora as chuvas possam voltar nos próximos dias. O segundo maior produtor de milho do Brasil, Paraná, plantou 9% do seu segundo milho até esta semana, um ritmo relativamente normal. O plantio tardio de milho no estado do sul apresenta riscos de danos causados ​​por geadas no final da temporada, que eram proeminentes há quatro anos. O Brasil tem tanto a perder quando as coisas dão errado no Paraná quanto no Mato Grosso, já que os rendimentos tendem a flutuar mais no Paraná. O rendimento do milho secundário 2020-21 daquele estado caiu 50% abaixo da tendência de longo prazo, enquanto o resultado de 2015-16 do Mato Grosso ficou cerca de um terço abaixo. Os dois estados respondem por dois terços da segunda safra de milho do Brasil. A vizinha do sul e companheira exportadora Argentina está lutando contra a seca nesta temporada devido a La Niña, a fase fria do Oceano Pacífico equatorial. As segundas safras de milho do Brasil não se correlacionam tão bem com La Niña ou El Niño quanto as safras da Argentina, mas os melhores resultados do Brasil normalmente não coincidem com La Niñas mais fortes. O fenômeno La Niña afeta o estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, de forma semelhante à da Argentina, mas o estado não cultiva milho secundário. ESTOQUES APERTADOS Em meados de 2024, o Brasil colheu sua segunda maior safra de milho, cerca de 12% menor do que no ano recorde anterior. No entanto, as exportações brasileiras de milho desde julho caíram cerca de 29% no ano. Os embarques para a China, que foi o destino de 29% das cargas de milho brasileiro no ano civil de 2023, caíram mais de 90% no período de julho a janeiro. Os embarques mais leves não afrouxaram o estoque de milho brasileiro, já que o consumo doméstico tem sido forte. O Departamento de Agricultura dos EUA estima os estoques de milho brasileiro para uso em 2024-25 em 2,1%, uma baixa de 42 anos e abaixo dos 7,1% do ano anterior. A Conab, equivalente brasileira do USDA, tem uma visão um pouco diferente, já que 2,8% de estoques para uso em 2024-25 seria um aumento em relação aos 2,1% do ano anterior, mas bem abaixo dos níveis próximos a 15% de 2020-21. Para efeito de comparação, o USDA prevê estoques de milho dos EUA para uso em 2024-25 em 10,2%. A leitura mais baixa até agora neste século foi de 7,4% em 2012-13. Isso sugere que a safra de milho do Brasil tem pouca margem para erro, e qualquer déficit pode resultar em perda de participação na exportação global. Isso pode ajudar a estender a sequência de vitórias para os exportadores de milho dos EUA, que têm desfrutado de vendas acima da média nos últimos meses. Juntos, os Estados Unidos e o Brasil respondem por cerca de 57% das exportações globais de milho. Ambos os fornecedores estão lamentando a perda de negócios chineses, que teoricamente poderiam ressurgir a qualquer momento. Se a China voltar ao mercado de milho brasileiro, isso pode parecer uma perda para os Estados Unidos. Mas com os estoques brasileiros escassos, as compras chinesas podem indiretamente empurrar outros clientes brasileiros para o fornecimento dos EUA, especialmente no final deste ano, se a safra de milho dos EUA se recuperar como esperado. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/milho/393267-plantio-lento-de-milho-no-brasil-pode-pressionar-ainda-mais-os-estoques-mundiais.html

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O Banco Central anunciou que realizará leilão de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) na quarta-feira, dia 29 de janeiro, com oferta total de 2 bilhões de dólares. A operação será realizada das 10h20 às 10h25, conforme comunicado da instituição publicado na noite desta terça-feira, e tem o objetivo de rolar linhas que vencerão em 4 de fevereiro. Esta é a segunda intervenção realizada pelo BC este ano, já sob o comando de Gabriel Galípolo. Em 20 de janeiro, data da posse de Donald Trump na Casa Branca e feriado nos Estados Unidos, o BC também ofertou 2 bilhões de dólares em linhas, tendo vendido o valor total ao mercado. A taxa de câmbio a ser utilizada na venda pelo BC será a do boletim das 10h da Ptax da quarta-feira, sendo que as operações de venda serão liquidadas em 4 de fevereiro de 2025. Já a recompra dos dólares pelo BC será em 5 de janeiro de 2026. Esta operação do BC busca rolar outra operação de linha realizada em 12 de dezembro, quando a autarquia vendeu 2 bilhões de dólares ao mercado com compromisso de recompra em 4 de fevereiro deste ano. Ao realizar o leilão de rolagem nesta quarta, o BC garante liquidez ao mercado e evita que a demanda adicional por dólares possa estressar as cotações da moeda norte-americana ante o real, em um dia particularmente delicado. Além da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) durante a tarde, haverá o anúncio à noite do Banco Central sobre o novo patamar da Selic, hoje em 12,25% ao ano. Além da operação de linha, o BC realizará nesta quarta o tradicional leilão de rolagem de swaps cambiais, neste caso de contratos que vencerão no início de março. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/393180-bc-fara-leilao-de-linha-com-oferta-de-r2-bi-as-10h20-desta-quarta-feira.html

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Por Fabricio de Castro (Reuters) - O dólar emplacou nesta terça-feira a sétima sessão consecutiva de queda no Brasil, encerrando abaixo dos 5,90 reais pela primeira vez em 2025, em meio ao movimento de retirada de excessos de prêmios das cotações que tem marcado as sessões. A moeda norte-americana à vista fechou em baixa de 0,74%, aos 5,8691 reais -- a menor cotação desde 26 de novembro do ano passado, quando encerrou em 5,8096 reais. Em janeiro a divisa acumula queda de 5,02%. Às 17h05 na B3 o dólar para fevereiro -- atualmente o mais líquido -- cedia 0,42%, aos 5,8755 reais. Como na véspera, o dólar à vista chegou a oscilar no território positivo no início do dia, com alguns agentes ensaiando uma realização de lucros, mas rapidamente a moeda migrou para o negativo, dando continuidade ao movimento mais recente. Operador ouvido pela Reuters ponderou que a demora do governo de Donald Trump nos EUA em cumprir a promessa de adotar tarifas de importação mais elevadas favorecia o real, assim como o noticiário político/fiscal relativamente esvaziado no Brasil. O dado fiscal do dia -- a arrecadação federal -- trouxe certo alento para os ativos brasileiros, inclusive para a curva de juros. Pela manhã, a Receita Federal informou que a arrecadação do governo federal teve alta real (descontada a inflação) de 9,62% em 2024 sobre ano anterior, somando 2,653 trilhões de reais, no melhor resultado anual já registrado na série histórica, iniciada em 1995. No ano passado, os recursos captados pela Receita, que englobam impostos de competência da União, tiveram alta real de 9,69% sobre 2023, a 2,524 trilhões de reais. Já as receitas administradas por outros órgãos, com peso grande dos royalties sobre a exploração de petróleo, tiveram alta real de 8,27% no ano, a 128,5 bilhões de reais. Neste cenário, após registrar a máxima de 5,9210 reais (+0,14%) às 9h31, ainda na primeira hora de negócios, o dólar à vista atingiu a mínima de 5,8573 reais (-0,94%) às 14h16, com investidores retirando novamente parte dos excessos de prêmios incorporados às cotações no fim de 2024. O recuo do dólar no Brasil ocorreu a despeito de, no exterior, a moeda norte-americana sustentar leves altas ante as divisas fortes e em relação a boa parte das moedas de emergentes. O fortalecimento do dólar no exterior ocorria com a diminuição das preocupações em torno da startup chinesa de inteligência artificial DeepSeek -- que na véspera pressionou o dólar e as ações de tecnologia ao redor do mundo. Às 17h30, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas -- subia 0,07%, a 107,880. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393170-dolar-cai-pela-7a-sessao-consecutiva-e-fica-abaixo-de-r590.html