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Os produtores que precisarem efetuar o plantio da soja fora do calendário estabelecido para o Estado devem pedir autorização à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) por meio de formulário online. Se autorizada, a semeadura extemporânea poderá ser feita até 15 de fevereiro. É o que determina o Informativo do Departamento de Defesa Vegetal (DDV/Seapi), publicado nesta segunda-feira (03/02). A solicitação de autorização extemporânea para plantio de soja deve se fundamentar nos seguintes motivos: se o cultivo da soja for posterior à cultura de milho na mesma área e dentro do mesmo calendário agrícola; se o plantio se dará pelas condições climáticas impeditivas no período regular de semeadura; e o plantio para produção de sementes. "Estamos respondendo a uma demanda dos produtores em virtude da estiagem, especialmente nas regiões Planalto e Noroeste. Essa excepcionalidade no calendário de semeadura da soja já é prevista em duas situações: em condições climáticas adversas ou para plantio posterior à cultura do milho, que é uma cultura estratégica para o Rio Grande do Sul", detalha o diretor do DDV, Ricardo Felicetti. O calendário de semeadura da soja estipulado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para o Rio Grande do Sul este ano ocorreu de 1º de outubro de 2024 a 28 de janeiro de 2025. Trata-se de uma ferramenta adotada no âmbito do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja. "Com o calendário, há um controle mais efetivo da ferrugem asiática, uma das principais doenças da cultura. O método reduz a necessidade de aplicações de fungicidas e minimiza impactos econômicos e ambientais", explica Felicetti. O DDV disponibiliza os seguintes contatos para sanar dúvidas e prover mais informações: (51) 3288-6294, (51) 3288-6289 e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/393614-plantio-de-soja-fora-do-calendario-deve-ser-solicitado-a-secretaria-da-agricultura.html

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Produtividade da safra deve superar a do ano passado, mas conjuntura econômica pode limitar investimentos A ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) prevê um crescimento de 8% no faturamento do setor de máquinas agrícolas em 2025. A projeção ocorre após dois anos de quedas. Em 2024, o setor movimentou R$60 bilhões, contra R$75 bilhões em 2023 e R$96 bilhões em 2022. “De 2020 a 2023, observamos um crescimento na área plantada, indicando um mercado em expansão. No ano passado, isso não ocorreu, pois enfrentamos uma seca intensa, que reduziu significativamente a produtividade, além da queda expressiva nos preços internacionais dos grãos”, explica Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da ABIMAQ. Segundo Estevão, o atual ciclo tem um clima mais favorável para a produção de grãos, setor que responde por aproximadamente 65% das compras de máquinas agrícolas. O desempenho do mercado de máquinas está diretamente ligado à expansão da área plantada e à valorização das commodities agrícolas. Quando há crescimento na produção e nos preços, a demanda por equipamentos aumenta, enquanto que em períodos de quebra de safra ou desvalorização dos grãos, o mercado desacelera. “O Brasil não tem máquinas sobrando. Então, para expandir a área de cultivo, é preciso investir em novos equipamentos. Neste ano, a área plantada deve se manter estável, mas as condições climáticas mais favoráveis podem impulsionar a produtividade e incentivar novos investimentos”, avalia Estevão. Para o presidente da Câmara Setorial, o maior desafio está na disponibilidade de crédito, já que os juros elevados dificultam o financiamento de novos investimentos. “Não falta dinheiro, mas o custo do crédito está muito alto. Basicamente, os produtores contam com o Plano Safra por um período de seis a oito meses, depois disso, os recursos se esgotam e eles precisam buscar outras formas de financiamento. Ainda devemos ter algum recurso disponível durante a Coopavel, feira realizada em Cascavel, no Paraná, mas depois disso, muitos produtores irão aguardar o próximo Plano Safra, que não deve trazer grandes mudanças”, conclui Estevão. Tecnologias continuam despertando o interesse dos agricultores Apesar de um cenário mais cauteloso por parte dos produtores rurais, os fabricantes de máquinas agrícolas seguem confiantes de que os avanços tecnológicos continuam atraindo a atenção do setor. A busca por maior produtividade e sustentabilidade impulsiona o interesse por inovações que aumentem a eficiência e reduzam custos. “A demanda por tecnologias que otimizem as operações e diminuam gastos será um dos principais motores do setor. Por isso, estamos expandindo nosso portfólio, atendendo diferentes perfis de clientes e tipos de cultivo. Entre os destaques para 2025, estão novidades em tratores, pulverizadores, equipamentos de fenação e tecnologias de agricultura de precisão. Essas inovações oferecem soluções integradas, conectadas a toda a linha de produtos, visando simplificar operações e torná-las mais lucrativas, produtivas e sustentáveis”, afirma Kellen Bormann, diretora de vendas da Massey Ferguson. Para Denny Perez, diretor comercial da Case IH Brasil, a resiliência da agricultura está diretamente ligada ao avanço tecnológico. Ele acredita que, mesmo com um cenário econômico desafiador, o produtor rural continua atento às novas oportunidades para aumentar a produtividade e a eficiência no campo. “Todas as nossas máquinas já saem de fábrica totalmente conectadas, permitindo monitoramento remoto por parte do produtor rural e também pelos nossos centros de controle, localizados tanto nas fábricas quanto nas concessionárias em todo o país. Esse suporte ajuda na redução de custos e no aumento da eficiência e produtividade. Além disso, também trabalhamos para apoiar os produtores que ainda demonstram resistência à adoção de novas tecnologias no campo”, explica Perez. Tanto Kellen quanto Perez avaliam que 2025 será um ano mais equilibrado, com boas oportunidades para investimentos em novos equipamentos. No entanto, reconhecem que o Plano Safra continua sendo fundamental para os financiamentos no agronegócio, especialmente diante do cenário econômico atual. “A expectativa é de que o subsídio do governo em 2025 continue sendo um elemento essencial para impulsionar o crescimento do setor. Em 2024, o Plano Safra destinou 10% a mais de recursos em relação ao ciclo anterior. Esse aumento foi bem recebido pelo mercado, demonstrando a forte demanda por investimentos em tecnologia no campo”, destaca a diretora de vendas da Massey Ferguson. “Em 2024, o governo federal lançou o Plano Safra com linhas de crédito que permitiram a renovação do parque de máquinas e a adoção de novas tecnologias para aumentar a produtividade e reduzir custos. No entanto, os produtores enfrentaram a alta da Selic, e esse cenário tende a se manter ao longo deste ano. Agora, precisamos aguardar os ajustes nas contas do governo para entender melhor o novo Plano Safra e suas condições para o setor”, conclui o diretor comercial da Case IH Brasil. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/maquinas-e-tecnologias/393608-mesmo-com-juros-altos-setor-de-maquinas-agricolas-preve-aumento-no-faturamento.html

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SÃO PAULO (Reuters) - O dólar à vista rondava a estabilidade ante o real nas primeiras negociações desta terça-feira, à medida que os investidores avaliavam o conflito comercial entre Estados Unidos e China e a divulgação da ata da mais recente reunião de política monetária do Banco Central. Às 9h04, o dólar à vista caía 0,06%, a 5,8124 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,09%, a 5,842 reais. Na segunda-feira, o dólar à vista fechou em baixa de 0,34%, a 5,8159 reais, a menor cotação desde 26 de novembro do ano passado. O Banco Central fará nesta sessão um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 5 de março de 2025. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/393610-dolar-ronda-estabilidade-na-abertura-com-conflito-comercial-eua-china-e-ata-do-bc-em-foco.html

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(Reuters) - O comerciante global de grãos Archer-Daniels-Midland (ADM.N), em breve começará a demitir funcionários como parte de um esforço global para cortar custos, já que os baixos preços das safras corroem os lucros, disseram três pessoas informadas sobre o assunto à Reuters na sexta-feira. As operações nos Estados Unidos seriam o foco dos cortes, disse uma das fontes. Os preços do milho, da soja e do trigo atingiram as mínimas de quatro anos em 2024, à medida que os estoques globais dos alimentos básicos atingiram máximas de vários anos e reduziram as margens de lucro de agronegócios como a ADM, que lucram com armazenamento, processamento e comercialização em todo o mundo. A ADM disse anteriormente que está focada em controlar custos, já que o excesso global de grãos e os preços baixos reduziram os lucros, e alertou que o atual ciclo desafiador de commodities continuaria até 2025. A rival Cargill, do setor agroindustrial, começou a demitir funcionários em todo o mundo em dezembro, em uma tentativa de reduzir o quadro de funcionários em 5%. Não estava claro quantos empregos seriam afetados na ADM. A empresa se recusou a comentar na sexta-feira. A região mais impactada seria os Estados Unidos, com foco em áreas operacionais, incluindo plantas, portos e armazéns, disse uma fonte. Demissões também ocorreriam, no entanto, em todas as regiões e departamentos, acrescentou a fonte. Os executivos da ADM devem abordar a reestruturação depois que a empresa divulgar os resultados do quarto trimestre na terça-feira, acrescentou a fonte. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/393485-adm-fara-demissoes-em-breve-para-cortar-custos-dizem-fontes.html

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Inicia-se o mês, e alguns analistas veem a possibilidade de uma maior demanda por produtos de boa qualidade, o que poderá pressionar os preços desses Feijões. Enquanto isso, segue sendo promovido nas gôndolas um produto com preços que ajudam a conter a inflação da cesta básica. Em algumas capitais, no fim de semana, foi possível encontrar pacotes de um quilo de Feijão-carioca por R$ 4,00. Claro que se trata de um produto *fora de tipo*. No entanto, ainda há um volume razoável de Feijões comerciais. Em tempos de safra grande e preços baixos, os produtores passam a buscar informações sobre o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPM) e seu Preço Mínimo. Atualmente, o preço mínimo para o Feijão-carioca está estipulado em R$ 181,23, enquanto o Feijão-preto tem um preço mínimo de R$ 152,91. Esses valores regulamentados deveriam ser pagos aos produtores sempre que os preços de mercado caíssem abaixo desses patamares. Apesar dessa regulamentação, diversas barreiras significativas dificultam que os produtores aproveitem plenamente o sistema. A classificação do Feijão é um ponto essencial nesse contexto. Faz sentido que os Feijões vendidos abaixo do preço mínimo sejam aqueles com vários tipos de danos, classificando-os como fora de tipo e impedindo que usufruam do benefício. Ou seja, o Feijão que não atende aos padrões de qualidade estabelecidos não se qualifica para o preço mínimo. Mesmo que houvesse Feijão de boa qualidade sendo vendido abaixo do valor mínimo, outro desafio seria a burocracia e a disponibilidade de recursos financeiros. Entre o início da mobilização para garantir recursos suficientes e a efetiva disponibilização desses valores aos produtores, é comum que se passem meses. Durante esse tempo, muitos acabam vendendo o Feijão a preços menores do que o mínimo estipulado, buscando retorno imediato. Quando, enfim, os recursos são liberados, o Feijão já foi vendido. Além disso, a falta de infraestrutura complica ainda mais a situação. Poucos armazéns são adequados para estocar Feijão nas regiões produtoras, o que limita o acesso ao programa. O processo se torna financeiramente exaustivo e nem sempre recompensador, levando muitos a optar por vendas rápidas e abaixo do preço mínimo para cobrir despesas e compromissos financeiros urgentes. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/feijao-e-graos-especiais/393494-ibrafe-analistas-veem-a-possibilidade-de-uma-maior-demanda-por-feijao-de-boa-qualidade.html