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Pesquisadores do Cepea indicam que o bom volume de chuvas nas regiões produtoras de café, que vem sendo verificado desde outubro de 2024, tem resultado em desenvolvimento satisfatório da safra 2025/26. Já para fevereiro, pesquisadores do Cepea alertam que previsões indicam chuvas abaixo do histórico e temperatura acima da média para o período, o que tem causado certa preocupação entre cafeicultores, tendo em vista que este é um período de desenvolvimento final da temporada. Vale lembrar que a produção da safra 2025/26 já foi prejudicada pelo calor e pela seca em boa parte de 2024. Assim, segundo o Cepea, apesar de as chuvas atuais trazerem otimismo, as temperaturas daqui para frente serão cruciais para que haja um produto de boa qualidade nesta temporada. O excesso de calor, além de desfavorecer a qualidade do produto – já que a planta precisa de noites amenas para uma boa bebida –, pode secar os grãos antes da colheita, impactando negativamente a safra 2025/26. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/cafe/394163-cafe-cepea-safra-25-26-se-desenvolve-bem-mas-calor-preocupa.html

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Valores médios são dos primeiros sete dias de fevereiro; reajustes estão valendo desde o dia 1º De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel comum no País teve, nos primeiros sete dias de fevereiro, valor médio de R$ 6,49, registrando altas de 3,74% na comparação com a média do mesmo período de janeiro e de 8,16% na comparação interanual, isto é, ante o mesmo período do ano passado. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,57 no mesmo período, registrando altas de 4,46% ante o período equivalente do mês passado e de 7,07% na comparação interanual. “Os preços do diesel comum e do diesel S-10 subiram neste início de fevereiro, refletindo dois reajustes que entraram em vigor no primeiro dia do mês: a atualização das alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o aumento anunciado pela Petrobras. Esses fatores se somam a um cenário de alta nos combustíveis que já vinha sendo observado pelo IPTL desde dezembro, impulsionado pela valorização do petróleo no mercado internacional e pela variação cambial, que influencia os custos de importação e distribuição”, analisa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil. O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/394110-diesel-sobe-apos-reajustes-da-petrobras-e-do-icms-preco-medio-do-comum-vai-a-r-6-49-e-do-s-10-a-r-6-57-segundo-edenred-ticket-log.html

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Entidade comemora o aumento significativo de registros genealógicos no ano passado O ano de 2024 terminou com um crescimento notável no registro de rebanhos junto à Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC). Foram 60.543, contra 41.978 em 2023, crescimento de 44,22%. A ANC desempenha um papel fundamental no controle dos rebanhos registrados. O criador tem uma escrituração zootécnica completa e atualizada de seu rebanho, o que inclui detalhes precisos sobre cada animal, como identificação, datas de nascimento, pedigree e outras informações relevantes. Ele informa à ANC todas as coberturas realizadas, o que envolve o registro de dados sobre os indivíduos acasalados, a data do acasalamento e outros detalhes necessários. De acordo com a superintendente suplente de Registro Genealógico da ANC, Juliana Salies Souza, esse processo garante um controle rigoroso e eficaz das linhagens genéticas e de reprodução. “Isso permite monitorar de perto as características de interesse do rebanho e tomar decisões mais precisas sobre futuros acasalamentos. Posteriormente, o criador informa à ANC os nascimentos resultantes das coberturas previamente comunicadas. Esses registros incluem dados detalhados sobre os animais nascidos, como data de nascimento, identificação dos pais, peso ao nascer e outras informações relevantes”, detalha. Esta prática sistemática e rigorosa de registro garante que o criador tenha um controle total sobre a gestão do rebanho, contribuindo para a melhoria genética e a rastreabilidade dos animais. Com base nestas informações, Juliana ressalta a importância de registrar adequadamente os animais. “Registrar os animais traz várias vantagens importantes para criadores, associações e consumidores. Primeiro, permite a melhoria genética do rebanho através da seleção dos melhores indivíduos para reprodução, promovendo características desejáveis aumentando a produtividade e a saúde do rebanho ao longo do tempo. Também garante a rastreabilidade dos animais, permitindo acompanhar toda a trajetória desde o nascimento até a venda ou abate”, explica. Juliana aponta ainda que animais registrados geralmente têm maior valor de mercado, pois os compradores confiam mais na procedência e qualidade dos indivíduos com histórico documentado. “Mantendo registros precisos, o criador aumenta a transparência de suas operações e fortalece sua credibilidade no mercado, sendo essencial para exportação e participação em feiras e exposições”, constata. Por fim, a escrituração zootécnica é crucial para participar de programas de melhoramento genético, oferecendo suporte e orientação para otimizar a gestão e genética do rebanho. Com relação ao aumento significativo no número de registros, Juliana afirma que isso pode ser atribuído a vários fatores. Um dos principais é a conscientização crescente dos criadores sobre os benefícios do registro e do melhoramento genético. “Além disso, a ANC tem investido em campanhas de incentivo e na simplificação do processo de registro e melhoramento, tornando-o mais acessível e conveniente para os criadores. A implementação de novas ferramentas digitais e a inclusão de novas raças também podem ter contribuído para esse aumento significativo”, conclui. Já a superintendente de Registro Genealógico da ANC, Silvia Freitas, lembra que o setor vem se recuperando e, neste sentido, Silvia vislumbra uma expectativa positiva a partir de agora, numa referência ao novo ciclo pecuário. “A gente já vê expectativas positivas aí pela frente, isso faz com que os criadores se mobilizem. Precisamos de genética, de bons animais para multiplicá-los. Então a tendência, até dos próximos remates, é positiva e entendo que o salto no número de registros também é um reflexo”, complementa. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/boi/394115-registro-de-rebanhos-pela-anc-cresce-mais-de-40-em-2024.html

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Houve uma leve melhora na oferta de bovinos. Por outro lado, o escoamento de carne está ruim. A cotação do boi gordo caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou. O boi gordo está cotado em R$322,00/@, a vaca em R$295,00/@ e a novilha em R$312,00/@. O “boi China” está apregoado em R$325,00/@. Ágio de R$3,00/@. As escalas de abate atendem, em média, cinco dias. Todos os preços são brutos e com prazo. Região de Goiânia, em Goiás Do mesmo modo, a oferta de boiadas melhorou e o escoamento de carne está devagar. A cotação do boi e da novilha gordos caiu R$5,00/@ e a da vaca R$2,00/@. O boi gordo está sendo comercializado em R$297,00/@, a vaca em R$280,00/@ e a novilha em R$290,00/@. O “boi China” está apregoado em R$302,00/@. Ágio de R$5,00/@. As escalas de abate estão, em média, para nove dias. Todos os preços são brutos e com prazo. Exportação de carne bovina in natura Na primeira semana de fevereiro foram exportadas 47,4 mil toneladas de carne bovina in natura. Na média diária foram 9,5 mil toneladas, aumento de 0,8% em relação à média diária exportada em fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada ficou em US$5,0 mil – alta de 9,6% na comparação ano a ano. Pesquisa trimestral do abate de bovinos No quarto trimestre de 2024 foram abatidas 9,48 milhões de cabeças de bovinos sob algum serviço de inspeção sanitária (SIF, SIE e SIM). Esse número representa um aumento de 3,5% em relação ao mesmo período de 2023 e uma redução de 8,6% na comparação com o terceiro trimestre de 2024. A produção de carcaças no período foi de 2,48 milhões de toneladas, registrando um acréscimo de 1,8% em relação ao quarto trimestre de 2023 e uma queda de 9,9% frente ao trimestre imediatamente anterior. Em 2023, foram abatidas 34,1 milhões de cabeças no Brasil. Em 2024, foram 39,1 milhões. Aumento de 14,7%. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/analises/boi-scot/394117-scot-consultoria-queda-na-cotacao-da-arroba-boi-gordo-em-sao-paulo.html

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Com a projeção de uma safra de 4,4% menor em 2025, não há previsão dos preços caírem A conta é simples. R$ 1.518,00, divididos por 26 dias trabalhados (pegando como base uma jornada de 44 horas semanais). O resultado é R$58,38. Isso significa que quem ganha um salário mínimo terá que usar os ganhos referentes a mais de um dia de trabalho para comprar um quilo de café, que atualmente passa dos R$ 70,00 nos supermercados. Depois do recorde histórico em 31 de janeiro de 2025, quando a saca de 60 kg do Café Arábica foi cotada a R$ 2.508,00, no último dia 5 de fevereiro, o preço se superou novamente, chegando a R$ 2.617,72. De acordo com o Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), entre os principais fatores para a alta, está o ciclo de produção bienal, alternando anos de alta e baixa produtividade. "Em 2025, estamos em um ano de bienalidade negativa, resultando em uma safra menor. Condições Climáticas Adversas: Secas e temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras do Brasil como Minas Gerais, Espirito Santo e São Paulo afetaram a produção, reduzindo a oferta", explica Leonardo Machado, gerente do Ifag. Os problemas climáticos em outros países grandes produtores, como Vietnã e Colômbia, diminuíram a disponibilidade mundial de café, enquanto o consumo continua crescendo especialmente em mercados emergentes da Ásia e da África. A valorização do dólar também impacta no preço. A moeda americana em patamares elevados torna as exportações brasileiras mais competitivas, incentivando produtores a direcionarem sua produção para o mercado externo. Embora Goiás ainda represente uma parcela modesta da produção nacional, estão sendo feitos investimentos significativos em tecnologias de manejo e práticas sustentáveis para ampliar a participação na cafeicultura brasileira. Na safra de 2024, o estado registrou um aumento de 30,6% na produção de Café Arábica (grãos de alta qualidade), alcançando 263,5 mil sacas. Sobre a redução dos preços, ainda não é possível falar em baixa de preços para o consumidor. "Os produtores enfrentam aumento nos custos de insumos e logística, pressionando as margens de lucro. Os preços podem continuar elevados nos próximos meses, especialmente se as condições climáticas adversas persistirem e a oferta não se normalizar. A primeira estimativa da safra brasileira de café para 2025 aponta para uma produção total de 51,8 milhões de sacas, representando uma redução de 4,4% em relação a safra anterior", destaca, Leonardo Machado. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/cafe/393973-cna-preco-do-quilo-do-cafe-esta-mais-caro-do-que-um-dia-trabalhado-de-quem-ganha-um-salario-minimo.html