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SÃO PAULO (Reuters) - A safra de soja 2024/25 do Rio Grande do Sul foi estimada nesta terça-feira em 15,07 milhões de toneladas, de acordo com o segundo levantamento de produção da Emater para a temporada, que indicou um corte de cerca de 30% na comparação com a previsão inicial, divulgada em agosto do ano passado. Segundo o órgão de assistência técnica ligado ao governo gaúcho, a falta de chuva e o calor reduziram as expectativas, que eram de 21,65 milhões de toneladas, inicialmente. Com base na estimativa atual, a produção de soja gaúcha deverá cair 17,4% em 2024/25 em relação ao ciclo anterior, quando o Estado sofreu com enchentes históricas. Em seu levantamento de fevereiro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já havia apontado problemas na safra gaúcha 2024/25, colocando Goiás à frente do Rio Grande do Sul como terceiro Estado produtor de soja do Brasil. fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/396043-emater-reduz-em-30-safra-de-soja-do-rio-grande-do-sul-por-seca-e-calor.html

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Levantamentos do Cepea mostram que as negociações envolvendo soja foram intensificadas na última semana no mercado spot nacional. Segundo o Centro de Pesquisas, isso se deve ao crescimento na oferta e à presença mais ativa de compradores, sobretudo externos. A maior demanda internacional pela oleaginosa brasileira está atrelada ao agravamento no conflito comercial entre os Estados Unidos e a China – o governo chinês anunciou tarifas a produtos agropecuários norte-americanos; para a soja, a taxa adicional é de 10%. Agora, pesquisadores do Cepea explicam que consumidores asiáticos devem se redirecionar à América do Sul, principalmente para o Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial de soja. Como reflexo, os prêmios de exportação já começaram a subir no País, de acordo com análises do Cepea. Com base no porto de Paranaguá (PR), o prêmio de exportação de soja está sendo ofertado em 85 centavos de dólar/bushel para embarque em março/25, o maior valor desde 2022. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/395935-soja-cepea-negocios-avancam-no-spot-nacional.html

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FRANKFURT (Reuters) - A confiança dos investidores na zona do euro melhorou substancialmente em março, com as expectativas econômicas atingindo o patamar mais elevado desde julho de 2021, mostrou uma pesquisa nesta segunda-feira, com os planos da Alemanha para novas dívidas contribuindo para o sentimento positivo. O índice Sentix para a união monetária subiu para -2,9 em março, de -12,7 em fevereiro, superando as expectativas dos analistas consultados pela Reuters de -8,4. O indicador focado nas expectativas econômicas para os próximos seis meses aumentou pela terceira vez consecutiva, para 18,0 em março, de 1,0 no mês anterior, de acordo com a pesquisa. A pesquisa com 1.097 investidores, realizada de 6 a 8 de março, também mostrou que a avaliação da situação atual melhorou para -21,8 em março, em comparação com -25,5 em fevereiro. A pesquisa citou os novos investimentos financiados por dívidas planejados para armamentos na Europa e na Alemanha, onde um governo recém-formado quer aumentar a defesa e a infraestrutura, como os responsáveis pela alta. "Para a Alemanha, os investidores estão completamente eufóricos", disse o Sentix em um comunicado sobre a maior economia da Europa. Somente as expectativas para a Alemanha aumentaram em 26,3 pontos, para 20,5, e o índice geral subiu em 17,2 pontos, para -12,5, acrescentou. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/395939-confianca-dos-investidores-da-zona-do-euro-melhora-em-marco.html

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Iniciativas zeram impostos de importação de itens como café, azeite, óleo, milho, biscoitos, macarrão e carne A pós diversas reuniões com empresários, produtores, agricultores e integrantes do setor produtivo, o Governo Federal anunciou nesta quinta-feira, 6 de março, medidas para baratear os preços dos alimentos ao consumidor final. As ações zeram impostos de importação de itens considerados essenciais, como café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes (veja listagem a seguir). O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, após reunião comandada pelo presidente Lula com os ministros Carlos Fávaro (Agricultura), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Rui Costa (Casa Civil), Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social) e Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, além do próprio Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). “São medidas para reduzir preços, para favorecer o cidadão e a cidadã, para que ele possa manter o seu poder de compra, possa ter a sua cesta básica com preço melhor. Isso também acaba estimulando o setor produtivo e o comércio. Todas elas são medidas, desde regulatórias até medidas tributárias, em que o governo está deixando de arrecadar, abrindo mão de imposto para favorecer a redução de preço”, ressaltou Alckmin. AMPLIAÇÃO – Uma ação no plano regulatório envolve a extensão do Serviço de Inspeção Municipal (SIM). O intuito é possibilitar, pelo período de um ano, a comercialização em todo o território nacional dos produtos que já foram devidamente certificados no âmbito municipal. A medida alcança itens como leite fluido, mel e ovos. “Vamos, por um ano, dar os efeitos do SIM para todo o território brasileiro. Então, aqueles produtos que já não correm nenhum risco de precarização sanitária – sem nenhum risco à qualidade dos alimentos – a gente vai dar esse efeito”, detalhou o ministro Carlos Fávaro, pontuando que o objetivo da medida é dar competitividade e oportunidade para os produtos da agricultura familiar brasileira. FORMAÇÃO DE ESTOQUES – No Plano Safra, haverá estímulo à produção de itens da cesta básica e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai investir na formação de estoques reguladores. “Teremos um conjunto de produtos que serão subsidiados para oferecer para a sociedade brasileira, centrando na cesta básica. Além da cesta básica, vimos que tem alguns produtos da agricultura que podem ser insumos para a indústria e são importados. Eles também serão subsidiados”, afirmou Paulo Teixeira. Medidas para baratear alimentos Medidas regulatórias Expansão do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI) dos atuais 1.500 municípios para 3.000, abrangendo a certificação de leite fluido, mel, ovos e outros produtos. Previsão, no Plano Safra, de medidas de estímulo para produtos da cesta básica, bem como os óleos de canola e de girassol, que são culturas de inverno. Formação de estoques reguladores pela Conab, após a queda dos preços. Sensibilização dos governos estaduais para que, os que ainda não o fizeram, zerem o ICMS cobrado sobre os produtos da cesta básica. Medidas de política comercial 1. Tarifas de importação zerada Azeite: (hoje, 9%) Milho: (hoje, 7,2%) Óleo de girassol: (hoje, até 9%) Sardinha: (hoje, 32%) Biscoitos: (hoje, 16,2%) Massas alimentícias (macarrão): (hoje, 14,4%) Café: (hoje, 9%) Carnes: (hoje, até 10,8%) Açúcar: (hoje, até 14%) 2. Elevação da cota de importação do óleo de palma (de 60 para 150 mil toneladas). Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/395827-para-baratear-alimentos-governo-anuncia-acoes-em-parceria-com-setor-privado.html

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SÃO PAULO, 6 de março (Reuters) - A guerra comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a China dará aos exportadores agrícolas brasileiros uma oportunidade de conquistar uma fatia ainda maior do mercado chinês às custas dos agricultores americanos, mas também pode alimentar a já alta inflação de alimentos no Brasil. A China retaliou rapidamente nesta semana às novas taxas dos EUA anunciadas por Trump, impondo aumentos de 10% e 15% em impostos que cobrem US$ 21 bilhões em produtos agrícolas americanos, incluindo carne e soja. O Brasil, o maior exportador mundial de soja, algodão, carne bovina e de frango, deve enviar mais para a China, já que os importadores de lá buscam importações livres de tarifas. Durante o primeiro mandato de Trump, a guerra comercial que ele desencadeou com a China levou os fazendeiros dos EUA a perderem uma fatia do mercado para o Brasil, incluindo as valiosas importações de soja da China. Os EUA nunca recuperaram essa fatia de mercado para a soja. A China continua comprando mais de suas importações agrícolas do Brasil do que antes da primeira guerra comercial, e isso provavelmente vai acelerar novamente com a última rodada de tarifas. "As crescentes tensões entre EUA e China provavelmente levarão a China a adquirir mais grãos e proteínas do Brasil, o que pode reduzir a demanda por commodities e, por sua vez, os preços nos EUA, ao mesmo tempo em que aumenta a demanda e os preços no Brasil", disseram analistas do Santander. Os preços da soja brasileira já estão subindo. O prêmio nos portos locais atingiu uma alta da temporada esta semana, disse Eduardo Vanin, analista da Agrinvest. "Qualquer demanda adicional da China pode resultar em exportações mais fortes do Brasil a preços mais saudáveis", disseram analistas do Itaú BBA em nota aos clientes. Isso apoiaria empresas agrícolas brasileiras como a SLC Agricola (SLCE3.SA) e BrasilAgro (AGRO3.SA). Mais exportações significariam menos oferta doméstica, no entanto, e isso aumentaria os custos dos grãos para alimentar os animais para frigoríficos locais, como a JBS (JBSS3.SA) e BRF (BRFS3.SA). PRESSÃO SEVERA Um aumento nos preços dos alimentos, no entanto, seria uma má notícia para o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, cuja popularidade caiu nos últimos meses, principalmente devido aos altos custos dos alimentos. Os preços de alimentos e bebidas subiram cerca de 8% em 2024 como um todo, de acordo com a agência de estatísticas IBGE, e em janeiro subiram quase 1%, marcando o quinto mês consecutivo de aumento. Os dados de fevereiro serão divulgados na próxima semana. O Banco Central do Brasil, que vem aumentando as taxas de juros, disse que os preços mais altos da carne foram fundamentais para um aumento significativo nos custos dos alimentos e descreveu um cenário adverso de curto prazo. O vice-presidente Geraldo Alckmin e outras autoridades se reunirão com líderes da indústria alimentícia na quinta-feira, enquanto o governo busca maneiras de reduzir os preços dos alimentos. A inflação também aumentou em 2018-2019, quando o Brasil exportou mais produtos agrícolas para a China. Os preços ao consumidor no Brasil encerraram 2018 em 3,75% e aceleraram para 4,31% no final do ano seguinte. DE VOLTA PARA O FUTURO O Santander observou que, embora menos severas do que as taxas de 2018, as últimas tarifas anunciadas por Pequim acelerariam a diversificação de longo prazo dos suprimentos dos EUA. A demanda turbinada da China melhoraria uma perspectiva já positiva para o agronegócio brasileiro, que vê a produção de produtos essenciais atingir níveis recordes neste ano. Espera-se que o Brasil colha uma safra recorde de soja de cerca de 170 milhões de toneladas em 2024/25, com exportações superiores a 100 milhões de toneladas, e as indústrias de carne bovina, de aves e suína também preveem produção e embarques recordes neste ano. "A China tentará obter o máximo possível do Brasil", disse Carlos Cogo, da consultoria de agronegócios Cogo, acrescentando que as novas tarifas tornariam os produtos americanos ainda menos competitivos em relação aos brasileiros. The chart has two sections, one bar chart showing the share of Brazil and the United States in China’s total agriculture imports in 2015 and 2024, and another line chart showing the agricultural imports from Brazil and the U.S. between 2015 and 2024. O gráfico tem duas seções: um gráfico de barras mostrando a participação do Brasil e dos Estados Unidos nas importações agrícolas totais da China em 2015 e 2024, e outro gráfico de linhas mostrando as importações agrícolas do Brasil e dos EUA entre 2015 e 2024. CARNE DE PRIMEIRA Representantes dos produtores de carne do Brasil disseram que a mudança no comércio global deve ser positiva para o país sul-americano. "O Brasil acabará se beneficiando, especialmente em termos de preços e lucratividade", disse Ricardo Santin, chefe do grupo de lobby da carne ABPA, à Reuters. As ações dos frigoríficos e produtores de grãos brasileiros ficaram praticamente estáveis ​​na quinta-feira, após terem subido acentuadamente na sessão anterior. Santin disse que os ganhos com mais exportações para a China, que já é um grande comprador de carne brasileira, provavelmente compensariam os custos mais altos da ração. Fonte: https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/395828-brasil-se-prepara-para-maior-demanda-chinesa-e-precos-mais-altos-de-alimentos-em-meio-a-guerra-comercial-com-os-eua.html