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Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quarta-feira (16) com ligeiras altas. Às 8h52 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ganhos de 0,50 pontos. O vencimento setembro/17 era cotado a US$ 3,55 por bushel, enquanto o dezembro/17 operava a US$ 3,69 por bushel. O mercado esboça uma tímida recuperação depois das perdas registradas no dia anterior. Ainda nesta terça-feira, os preços recuaram mais de 7 pontos diante das previsões climáticas indicando um clima mais favorável às lavouras no Meio-Oeste americano. De acordo com dados do site internacional Farm Futures, o mercado já estava pressionado pela melhora indicada no índice de lavouras em boas ou excelentes condições. No início da semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) elevou para 62% o número de plantações em boas ou excelentes condições. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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A terça-feira (15) foi mais um dia de preços em queda para a soja na Bolsa de Chicago. As posições mais negociadas perderam mais de 14 pontos, levando o novembro/17 - que é referência para a safra americana a encerrar o dia com US$ 9,24 por bushel. Além da pressão de um quadro climático mais favorável no Meio-Oeste americano nestes últimos dias e da previsão de boas chuvas para os próximos dias - os quais serão determinantes para uma boa conclusão da safra americana - o dólar em alta frente a uma cesta de moedas também pesou sobre a oleaginosa e as demais commodities nesta terça. As baixas foram generalizadas. "Nesse período do ano, claro que o clima é o que tem maior influência sobre a formação dos preços em Chicago, mas outros fatores também pesam. Temos visto uma queda acentuada no algodão, café, petróleo e, por outro lado, uma valorização da moeda americana frente ao real e também uma valorização do dólar index. O index que fez mínimas recentemente, volta a se aproximar dos 94 mil pontos", explica o analista de mercado Adriano Gomes, da AgRural. Nesta terça, frente ao real, a divisa apresentou uma correção após a boa alta da sessão anterior, de quase 1% ainda esperando pelas informações sobre a meta fiscal no Brasil. O dólar fechou com R$ 3,1728. Informações internacionais também seguem no radar dos traders. Mercado quer ver quem vai se sobressair na questão da meta, a ala política ou a econômica... se for 159 bilhões de reais mesmo, será a econômica", comentou o analista-chefe da corretora Rico, Roberto Indech á agência de notícias Reuters. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (15.08) baixa de 14,00 centavos de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,2425 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 11,00 e 14,50 pontos. O mercado norte-americano da soja teve mais um dia de fortes perdas nas principais cotações dos futuros, pressionado pela melhora do clima nas maiores regiões produtoras. Também contribuiu para a queda a alta do Dólar frente a outras moedas – o que também afetou outras commodities. Fonte: www.agrolink.com.br

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"Foram quatro meses de negociações e só agora se chegou ao entendimento de que seria factível a apresentação da medida provisória. Além disso, a matéria receberá emendas com modificações que achamos justas". A garantia é do senador Cidinho Santos (PR-MT), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).