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Será prorrogado para o dia 30 de novembro deste ano o prazo de adesão ao Programa de Regularização referente ao Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural). A garantia foi dada pelo próprio presidente da República, Michel Temer, ao presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Nilson Leitão (PSDB-MT). O prazo original acabaria nesta próxima sexta-feira (29.09), de acordo com a regra atualmente em vigência. No entanto, acompanhado pela relatora da Medida Provisória 793/2017, deputada Tereza Cristina (PSB-MS), o parlamentar recebeu a garantia de Temer de que uma nova medida provisória deverá ser editada para garantir a extensão do prazo, sem interferir na atual tramitação. “O importante é garantir segurança jurídica ao produtor rural para que ele possa escolher a melhor opção de pagamento da dívida”, argumenta Nilson Leitão. O deputado alega que, nos moldes atuais, a dívida se torna “impagável”, num momento em que a atividade agropecuária enfrenta preços baixos de mercado e a rentabilidade está em níveis menores. Ainda nesta última terça-feira (26.09) o Supremo Tribunal Federal divulgou no Diário de Justiça Eletrônico (DJe) a ementa do acórdão do Recurso Extraordinário 718.874. Neste, o Plenário definiu a tese de que é válida a contribuição social de pessoa física ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) – decisão que provocou toda essa polêmica atual porque reverteu uma decisão tomada anteriormente pelo mesmo STF sobre o assunto. Fonte: www.agrolink.com.br

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O mercado futuro norte-americano da soja, mais uma vez, começou o dia com estabilidade. As cotações da oleaginosa, por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 1 ponto entre as posições mais negociadas na Bolsa de Chicago. Assim, o novembro/17 valia US$ 9,62 e o maio/18, referência para a safra do Brasil, tinha US$ 9,89 por bushel. A semana conta com um novo boletim de estoques trimestrais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que chega na próxima sexta-feira (29), e já exige a busca por um posicionamento por parte dos traders. A expectativa do mercado é de que a posição dos estoques americanos em 1º de setembro de 9,23 milhões de toneladas. Entre os fundamentos, as atenções seguem mantidas sobre o clima no Brasil e as previsões mostrando chuvas melhores para os próximos dias nas principais regiões produtoras do país. Ao mesmo tempo, foco também na evolução da colheita norte-americano e nos números de produtividade que chegam dos campos. Os relatos ainda mostram alguma irregularidade entre os rendimentos, porém, a maior parte deles mostra números melhores do que o esperado. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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Os produtores em Mato Grosso iniciaram o plantio na última semana. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até a última sexta-feira (23), a semeadura estava em fase mais avançada na região Oeste, atingindo 0,42% de uma área prevista em 1,1 milhão de hectares. Outra região que iniciou o plantio foi a Médio-Norte, que avançou 0,20% em uma área de 3,1 milhões de hectares (maior do Estado). Na região Sudeste, o avanço foi de 0,14% em uma área de 1,9 milhão de hectares. A região Centro-Sul chegou a 0,05% de uma área de 701 mil hectares. As regiões Nordeste (1,5 milhão de hectares), Noroeste (611 mil hectares) e Norte (283 mil hectares) ainda não iniciaram o plantio. De forma geral, Mato Grosso avançou, na última semana, 0,15% de uma área prevista em 9,4 milhões de hectares. O resultado é 1,05 ponto percentual abaixo do mesmo período do ano passado, quando, nesta época, 1,20% da área havia sido plantada. Fonte: www.agrolink.com.br

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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta segunda-feira (25), seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras e mostrou o avanço da colheita tanto da soja, quanto do milho, e ambas ficaram ligeiramente abaixo das expectativas. No caso da oleaginosa, os trabalhos de campo evoluíram de 4% para 10% da área em uma semana, e o mercado esperava 10% de área colhida. O estado mais avançado é o da Louisiana, com 75%. De acordo com o USDA, a soja tem, de média nos últimos cinco anos, 12%. Sobre o cereal, o boletim mostrou que 11% da área já foi colhida, contra 14% de expectativa e 7% da semana anterior. A média dos últimos cinco anos é de 17%. O avanço maior pode ser observado na Carolina do Norte, onde 77% da área já foi colhida. Sobre as condições das lavouras, o boletim mostrou 61% do milho em boas ou exclentes condições, em linha com a semana anterior. São ainda 26% das plantações em condições regulares e 11% em situação ruim ou muito ruim. O reporte, sobre a soja, mostra que são 60% das lavouras em boas ou excelentes condições, 1% a mais do que na semana anterior. 28% da oleaginosa está em condição regular e 12% em condições ruins ou muito ruins. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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Nesta segunda-feira (25), o mercado da soja começou a semana atuando em campo negativo na Bolsa de Chicago e fechou o dia com baixas de mais de 12 pontos entre as posições mais negociadas. O contrato novembro/17 fechou com US$ 9,71 e o maio/18, referência para a safra brasileira, a US$ 9,99 por bushel. Na contramão, o dólar subiu quase 1% neste ínicio de semana, voltando a testar os R$ 3,15 - alcançando seu maior nível no mês - nesta segunda-feira, porém, foi insuficiente para promover altas entre as cotações no Brasil. O avanço da moeda serviu, portanto, para manter os preços estáveis em quase todas as principais praças de comercialização e portos do país. As exceções ficaram por conta do Oeste da Bahia, onde o preço da soja no mercado disponível subiu 1,04% para R$ 60,25 por saca e na safra nova negociada no porto de Paranaguá, onde o preço foi a R$ 73,00. Embora pontuais, os negócios acontecem no mercado nacional. Os produtores estão ainda reticentes para realizar novas vendas. Porém, como explica o consultor Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, "o mercado cai continuar negociando porque ainda tem muito produtor que deixou para vender agora neste final de setembro, para cobrir dívidas de equipamentos e até compras de insumos que foram realizadas para pagar no final do mês". Dessa forma, algumas ofertas continuarão a ser vistas também em função da demanda ainda muito forte na exportação brasileira. "Continuamos vendo muitos compradores em atividade nos portos e querendo soja e, junto, ainda virá a demanda da indústria nacional", explica Brandalizze. A comercialização, ainda assim, fica limitada por essa pressão que é sentida pelos preços na Bolsa de Chicago, e por uma volatilidade mais acentuada sentida nos últimos dias. Assim, será indispensável uma boa estratégia para que as vendas sejam feitas nos bons momentos que o mercado ainda possa oferecer. "Se o mercado voltar a fornecer novas chances - pq há o clima da América do Sul pela frente - é hora de vender. Venda em dólares e trave o dólar futuro", orienta o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa. Bolsa de Chicago Ainda como explica Sousa, alguns fatores voltaram a pressionar as cotações em Chicago nesta segunda-feira. Entre eles, estão a alta do dólar - não só frente ao real, mas diante de uma cesta de outras moedas internacionais - o avanço da colheita nos Estados Unidos e uma melhora entre as previsões de clima para o plantio da nova safra americana. Neste final de semana as chuvas voltaram a aparecer no território brasileiro, criando uma tendência positiva para os produtores que estão no aguardo para iniciar o plantio da safra de verão, de acordo com informações do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). A região Sul e e parte de Mato Grosso do Sul deverão ser as áreas mais beneficiadas, porém, Goiás e Mato Grosso devem esperar um pouco mais para dar início aos trabalhos de campo.