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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de vendas para exportação com números bem acima do esperado para a soja nesta quinta-feira (21). Na semana encerrada em 14 de setembro, o país vendeu 2.338,1 milhões de toneladas da oleaginosa da safra 2017/18, enquanto as expectativas variavam de 1,2 a 1,5 milhão de toneladas. A maior parte desse volume foi destinada à China. Com esse total, os EUA já tem um total de 19.331,9 milhões de toneladas de soja em grão comprometidas com as exportações - menos do que pouco mais de 24 milhões do ano passado nesse mesmo período, e a estimativa do USDA é de que as vendas totais desta temporada sejam de 61,24 milhões de toneladas. Por outro lado, as vendas semanais norte-americanas de milho ficaram abaixo do intervalo esperado - de 700 mil a 1 milhão de toneladas - e somaram 526,9 mil toneladas na última semana. O México foi o maior comprador. Assim, o acumulado no presente ano comercial já é de 11.029,9 milhões de toneladas, bem abaixo do anterior, quando o total superava as 17 milhões de toneladas. O departamento estima as vendas 2017/18 em 46,99 milhões de toneladas. Derivados de Soja O USDA informou ainda as vendas semanais de farelo de soja da safra 2016/17 em 25,2 mil toneladas - a maior parte destinada ao México - e mais 147,2 mil toneladas da safra 2017/18, com o volume maior sendo adquirido por destinos não revelados. De óleo de soja foram vendidas, na semana encerrada no último dia 14, 4,5 mil toneladas da safra velha, também com os mexicanos sendo os principais compradores, e mais 4 mil da safra nova, volume total destinado à Coreia do Sul. Trigo Os Estados Unidos venderam também 307,2 mil toneladas de trigo da safra 2017/18. O volume caiu 3% em relação à semana anterior e ficou dentro das projeções dos traders, de 300 mil a 500 mil toneladas. As Filipinas foram o principal destino do grão norte-americano. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (05.09) alta de 19,00 centavos de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,685 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 18,50 e 19,00 pontos. O mercado norte-americano da soja abriu a semana com fortes ganhos nas principais cotações dos futuros, após uma segunda-feira de feriado. A baixa acentuada do Dólar frente a diversas moedas se somou à ocorrência de um novo furacão e anúncios de chuvas em grandes quantidades nas regiões produtoras, o que pode atrasar os trabalhos de campo. Fonte: www.agrolink.com.br

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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta terça-feira (5), seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras mantendo o índice de 61% de lavouras de soja em boas ou excelentes condições. A estabilidade já vinha sendo esperada pelo mercado. E são ainda 28% das plantações em situação regular e 11% em condições ruins ou muito ruins. No caso do milho, o número caiu 1% em relação à semana anterior e também veio em 61% na safra americana em boas ou excelentes condições. 26% das lavouras do cereal estão em condições regulares e 13% em condições ruins ou muito ruins. Ainda segundo os números do reporte, há 60% das plantações de milho na fase do milho dentado, contra 74% do ano passado e 68% da média plurianual. 12% estão na fase de maturação, contra a média de 18% e 17% de 2016. Sobre a soja, o USDA informou também que 97% das plantações estão na fase de formação de vagens, mesmo número do ano passado, e 1% a mais do que a média para esse período. Deixando as folhas estão 11% das lavouras americanas, contra 12% da média dos últimos cinco anos e 11% do ano passado. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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Os preços da soja formados no Brasil subiram de forma generalizada nesta terça-feira (5) diante do avanço significativo dos preços registrado na Bolsa de Chicago. As cotações no mercado internacional terminaram o dia com ganhos de mais de 19 pontos e o novembro/17 voltando a se aproximar dos US$ 9,70 por bushel neste pregão. Assim, no interior do Brasil, as referências subiram de 0,12% - em Ponta Grossa/PR, para R$ 66,08 por saca - a 13,33% em Castro/PR,para R$ 68,00 nesta terça. Nos portos, altas de mais de 1%, levando a soja disponível aos R$ 71,00 por saca e R$ 70,00 para a safra nova. Nos portos de Santos e Santa Catarina, as cotações também voltaram a esse patamar. Os ganhos vieram para os produtores brasileiros mesmo diante de uma queda do dólar frente ao real nesta terça - a moeda americana fechou o dia com baixa de 0,57% e valendo R$ 3,1192 - já que o avanço das cotações em Chicago foi mais forte, além dos sojicultores do Brasil contarem ainda com prêmios significativos e bastante positivos nos portos do país. No terminal de Paranaguá, as principais posições de entrega têm de US$ 0,60 a US$ 0,85 sobre os preços praticados na CBOT e, nos melhores momentos, esses indicativos passam de US$ 1,00 por bushel. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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As cotações futuras da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quinta-feira (24) com ligeiras altas. As principais posições da oleaginosa testavam ganhos entre 3,25 e 4,00 pontos, perto das 8h25 (horário de Brasília). O vencimento novembro/17 era cotado a US$ 9,41 por bushel, enquanto o janeiro/18 trabalhava a US$ 9,50 por bushel. O foco dos participantes do mercado continua no desenvolvimento da safra americana e nos números reportados pelo Farm Journal Midwest Crop Tour, renomado tour que acontece anualmente no Meio-Oeste dos EUA. Ainda nesta quarta-feira, foram reportados números dos estados de Illinois e Iowa, e a contagem das vagens permanece abaixo da média do ano anterior e dos últimos três anos. Além disso, a informação de que o Governo americano taxou as vendas de biocombustíveis por parte da Argentina e da Indonésia também é vista como um fator positivo aos preços. "A notícia é tida como benéfica para os preços da soja norte-americana, que terá o consumo doméstico impulsionado pelas "restrições" de importação do produto", destacou a Ag Resource Brasil em seu comentário diário. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta novo boletim de vendas para exportação. O número é um importante indicador da demanda e pode influenciar as negociações. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br