Notícias

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
As lavouras do Rio Grande do Sul ainda colhem as culturas de inverno, mas os produtores já se preparam para o plantio da soja. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) a área destinada para o plantio do grão deve ter aumento de 3,16% em relação a última safra. Apesar disso, pesquisas da empresa apontam que a produção total de soja no Rio Grande do Sul deve ser 9,81% menor. Com isso, a produtividade o grão também deve cair. Se na safra passada era possível coletar 55 sacas por hectare, para safra deste ano são esperadas 48 sacas. Na propriedade da agrônoma e agricultora Daiane Trevisan em Tupanciretã, na Região Central do estado, 350 hectares serão destinados para o plantio de soja. A área é a mesma cultivada na safra passada, mas ela está preocupada com a cotação do grão na colheita. Leia a notícia na íntegra no site do G1 RS. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a testar o lado positivo da tabela ao longo da sessão desta segunda-feira (9). As principais posições da commodity exibiam ligeiras altas entre 1,50 e 1,75 pontos, por volta das 12h06 (horário de Brasília). O novembro/17 era cotado a US$ 9,74 por bushel e o janeiro/18 a US$ 9,84 por bushel. Apesar da movimentação positiva, as cotações da oleaginosa permanecem próximas da estabilidade. Isso porque, segundo os analistas, o mercado ainda opera de maneira técnica diante dos fundamentos já conhecidos e da falta de novas informações. "A movimentação é basicamente técnica. Em termos fundamentais, o mercado segue ligado em questões climáticas, com o excesso de chuvas em extensas áreas de colheita nos EUA e chuvas irregulares no Brasil", informou a Granoeste Corretora de Cereais em seu comentário diário. No caso dos EUA, até a semana anterior, cerca de 22% da área semeada nesta temporada já havia sido colhida, segundo levantamento do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Devido ao feriado do Dia do Colombo, comemorado nesta segunda-feira (9) no país, o órgão atualiza as informações nesta terça-feira (10). O boletim de embarques semanais também será reportado amanhã. "Além disso, os participantes do mercado começam a olhar com mais atenção para o plantio no Brasil. No Centro-Oeste ainda temos a irregularidade das chuvas e no Sul há o excesso de precipitações, o que é um ponto levemente positivo aos preços em Chicago", destaca o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze. Outro fator que também deve movimentar o mercado essa semana é o reporte do boletim de oferta e demanda do USDA. O relatório será reportado na próxima quinta-feira (12). Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Morgana Almeida, chefe do centro de análise e previsão do tempo do Inmet, destaca que as chuvas que estavam previstas para o Sul do país e partes do Centro-Oeste, se estendendo até São Paulo e sul de Minas Gerais, foram confirmadas ao longo da primeira semana de outubro. Grande parte das chuvas foram de até 30mm. Em algumas áreas, como o noroeste do Rio Grande do Sul e o oeste de Santa Catarina, além do norte do Paraná, as chuvas foram mais significativas, em torno de 40mm a 50mm. Na região central, os volumes foram mais acentuados, principalmente no norte do Mato Grosso do Sul, com volumes entre 70mm a 90mm. No oeste e sudeste do estado de São Paulo, as chuvas foram superiores a 60mm, enquanto o Sul de Minas também apresentou chuvas bastante satisfatórias. O município de Passos (MG) recebeu um dos maiores acumulados, de quase 95mm. No Triângulo Mineiro, as chuvas foram um pouco menores. Para o Mato Grosso, a porção nordeste os volumes de chuva foram mais elevados, porém, na região centro-sul do estado, as chuvas foram bastante inferiores. O final de semana deve ser, novamente, marcado por grandes volumes de chuva para o Sul do país. Nas imagens de satélite demonstrados por Almeida, é possível observar uma condição mais instável no Sul e também na região Norte. De acordo com os modelos numéricos observados pelo Inmet, as chuvas devem ficar mais concentradas no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Amanhã, as chuvas devem vir entre o Paraná e o Mato Grosso do Sul. Chove também em São Paulo, mas en menor intensidade. A partir desse final de semana, também deve ocorrer um período sem chuvas para a região central, em Mato Grosso e Goiás. Até o dia 18, não deve chover nesses dois estados, como apontam os modelos. Isso se deve a um bloqueio atmosférico formado na Região Sul que impede o avanço das chuvas para o restante do país, condição preocupante que deve se intensificar a partir de amanhã. No dia 14 de outubro, já começa a aparecer uma mudança no padrão, com essas chuvas querendo se espalhar mais ao Norte do país. Contudo, esse bloqueio atmosférico só começa a perder força no dia 20, quando uma nova frente fria traz chuvas para a região Sudeste e para a região central. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
O desempenho da safra de trigo em Santa Catarina está bem abaixo do esperado pelos produtores locais. O motivo é a falta de chuvas nas principais regiões produtoras. “Estamos com estiagem desde agosto em todo o estado. A gente estima uma diminuição acima de 30% na produção e 26% na área plantada”, afirma João Rogério Alves, engenheiro agrônomo do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri. O especialista conta que cidades produtoras como Campos Novos, Canoinhas e São Bento do Sul foram afetadas pela escassez de água. Em Curitibanos, por exemplo, choveu menos de 5mm em setembro, de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A média histórica para o mês é de 158mm. De acordo com o meteorologista da Climatempo, Alexandre Nascimento, a chuva nas áreas produtoras de trigo já se normalizou. Nas últimas semanas voltou a chover e em algumas áreas até choveu com forte intensidade. A umidade foi muito bem-vinda, mas houve áreas onde o trigo se acamou devido às fortes chuvas. Nas próximas semanas vai continuar chovendo, pelo menos uma boa chuva por semana. Fonte: www.agrolink.com.br

Avaliação do Usuário: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (05/10), a cultura do trigo está avançando rapidamente para o final do ciclo de produção. Os maiores percentuais entre os estágios fenológicos são os de final de floração e enchimento de grãos. As lavouras em maturação apresentam coloração amarela pouco intensa, com espigas pequenas e baixo potencial produtivo. As primeiras lavouras colhidas, menos de 1% do total plantado, apresentam produtividade abaixo do esperado e um aumento, em relação aos anos anteriores, na incidência de lagartas, necessitando maior número de aplicações de inseticidas em diversas delas. Segundo a Emater/RS-Ascar, as recentes chuvas acompanhadas de ventos fortes provocaram acamamento em algumas lavouras em estágio mais avançado do ciclo. A maioria das regiões produtoras continua com a previsão de que muitos agricultores irão solicitar o seguro (Proagro). Técnicos da Instituição já realizaram o primeiro laudo de vistoria e aguardam a proximidade da colheita para realizar o segundo laudo e, assim, determinar com maior precisão o percentual de perdas na cultura. Fonte: www.agrolink.com.br