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O baixo quórum de deputados para votar uma alteração na Constituição adiou na noite desta quarta-feira (16) o início da votação do texto-base da reforma política, que prevê mudanças nas regras eleitorais. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desejava colocar o texto do relator Vicente Cândido (PT-SP), mesmo com os acordos, num plenário com pelo menos 470 presentes. E, ao votar o encerramento da discussão nesta noite, que aceleraria o início da apreciação do mérito, apenas 431 estavam presentes. Destes, 361 votaram para encerrar a discussão, 68 foram contra e houve uma abstenção. No final, Maia afirmou não ter como votar a matéria com apenas 430 presentes. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) são necessários dos terços dos votos (308 deputados) para sua aprovação, em dois turnos de votação. Torcedor do Botafogo – até foi batizado com esse apelido na famosa planilha da propina da Odebrecht, conforme depoimentos de delatores na Lava Jato –, o presidente da Câmara foi provocado por um parlamentar minutos antes do encerramento. “Encerra a votação, presidente. Tem jogo do Botafogo e Flamengo”, afirmou um parlamentar num dos microfones espalhados no plenário. A votação ocorrerá na próxima terça-feira (22) e dois pontos principais vão concentrar as discussões. Nas mudanças das regras eleitorais estão a adoção do “distritão” e o fundo do financiamento público de campanha. As lideranças partidárias já decidiram excluir a previsão de composição do fundo eleitoral com o percentual de 0,5% das receitas orçamentárias, um dos pontos mais polêmicos das novas regras. Esse percentual iria gerar um montante de R$ 3,6 bilhões para campanhas eleitorais em 2018. O novo valor seria definido futuramente, provavelmente por uma comissão especial para esse fim. Já a permanência do “distritão” no texto é uma incógnita. A proposta que prevê a eleição dos candidatos mais votados nas urnas pode ser substituído por outro ou mantido mediante a previsão da adoção do sistema distrital misto alemão, a partir de 2022, em que o eleitor vota duas vezes: no candidato e no partido. Mas já se fala num outro modelo, “à brasileira”, que misturaria vários sistemas e juntaria voto proporcional e lista. A reforma eleitoral prevê ainda o mandato de dez anos para ministros de tribunais superiores e alterou as datas de posses dos eleitos: 6 de janeiro, posse de prefeitos e governadores; 7 de janeiro, posse d presidente da República e 1 de fevereiro, deputados e vereadores. Os deputados rejeitaram proposta do relator de acabar com a figura do vice e também com o suplente de senador, que continuarão existindo.

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O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (16.08) alta de 1,00 centavo de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,2525 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 0,75 e 1,00 ponto. O mercado norte-americano da soja registrou leves ganhos nas principais cotações dos futuros, em um dia de oscilações em ambos os lados da tabela. O fator de conteve as perdas dos últimos dias e deu algum fôlego à oleaginosa foi a demanda da China, que voltou às compras e apenas ontem adquiriu mais de 3,8 milhões de toneladas. Fonte: www.agrolink.com.br

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SÃO PAULO (Reuters) - O dólar encerrou a quarta-feira em queda e ficou abaixo de 3,15 reais após a ata do banco central norte-americano sinalizar maiores preocupações com a inflação fraca, o que pode esvaziar de vez as apostas de nova alta de juros nos Estados Unidos este ano, e depois da revisão das metas fiscais no Brasil. O dólar recuou 0,84 por cento, a 3,1463 reais na venda, depois de bater a mínima de 3,1458 reais. Na máxima, a moeda foi a 3,1787 reais. O dólar futuro recuava cerca de 0,80 por cento. "A ata mostra menor força da inflação, sinal de uma economia menos aquecida, o que posterga as apostas de um novo aumento de juros", explicou o diretor da Mirae Asset, Pablo Spyer. Segundo a ata do Federal Reserve, alguns membros chegaram a pedir a interrupção do aumento da taxa de juros até que estivesse claro que a tendência de inflação fraca era transitória. A ata sinalizou ainda que o Fed está cada vez mais pronto para começar a reduzir seu balanço patrimonial de 4,2 trilhões de dólares. No exterior, o dólar caía ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. Até a ata do Fed, o dólar vinha operando com leves oscilações, predominantemente em queda, após o governo mudar a meta fiscal deste e dos próximos anos e ter lançado mão de algumas medidas de aumento de receitas. "O anúncio ficou dentro da expectativa, mas ainda é preciso aprovar tudo o que o governo sugeriu", afirmou o economista-chefe da gestora Infinity, Jason Vieira, ressaltando que a aprovação da reforma da Previdência também é essencial. Na véspera, o governo anunciou novas e maiores metas de déficit primário, que subirão a 159 bilhões de reais neste e no próximo ano, confirmando a tendência de deterioração das contas públicas, que pode ser ainda pior caso o Congresso Nacional não aprove medidas impopulares que foram apresentadas para limitar o rombo e aumentar as receitas. Entre elas, a reoneração da folha de pagamento de empresas e a elevação da contribuição previdenciária por funcionários públicos. De modo geral, os mercados já haviam precificado essas mudanças no cenário fiscal antes. Por isso, nem mesmo o voto de confiança dado ao governo pela Standard & Poor's na véspera fazia muito preço nessa sessão. A agência de classificação de risco retirou a observação negativa sobre o rating do Brasil. Na prática, isso significa que tirou do radar a possibilidade de corte da nota do país sem um aviso prévio. "Se houvesse uma alteração na nota pela S&P, teria forte impacto no mercado", afirmou o presidente do correspondente cambial BeeCâmbio, Fernando Pavani. Nesta quarta-feira, a Moody's também informou que a revisão da meta de déficit primário para este ano não deve trazer um impacto para a avaliação de rating do Brasil. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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Durante a sessão desta quarta-feira (16), os futuros da soja testaram os dois lados da tabela ao longo de todo o dia, com oscilações bastante tímidas, para encerrar os negócios com estabilidade e em campo positivo. Assim, o contrato novembro conseguiu se manter nos US$ 9,25 por bushel. A pressão sobre os preços ainda vem das melhores condições de clima que continuam a ser observadas no Meio-Oeste americano, contribuindo para uma conclusão da nova safra de soja dos Estados Unidos melhor do que vinha sendo esperado há algumas semanas. Nesta quarta, porém, as cotações viram esse peso ser amenizado pelas notícias vindas do front da demanda. Uma nova delegação da China está nos Estados Unidos e mais acordos para a compra de soja americana foram assinados, informação que foi muito bem recebida pelo mercado. De acordo com informações de agências internacionais, foram acordadas vendas de mais 3,81 milhões de toneladas da oleaginosa para os chineses avaliadas em US$ 1,56 bilhão e, apesar do volume pouco expressivo frente aos expressivos que são adquiridos pela nação asiática, esses são mais sinais de que segue robusta a demanda pelo grão norte-americano. "Embora essas cerimônias sejam formalidade, algumas dessas compras aparecem nos anúncios diários de vendas do USDA e acabam por contribuir para o mercado", explica o analista de mercado Bob Burgdorfer, do portal internacional Farm Futures. Previsão do Tempo Ainda de acordo com informações do portal Farm Futures, "as chuvas que estão se movendo pelo oeste do Corn Belt podem levar bons acumulados ao oeste do Misssissipi, e partes do leste do Meio-Oeste, mesmo em volume menor de acordo com os mapas para a próxima semana". NOAA 7 dias Previsão de chuvas para os próximos 7 dias nos EUA - Fonte: NOAA Preços no Brasil Nos portos, a quarta-feira foi mais um dia de preços estáveis ou em queda. No terminal de Paranaguá, a soja disponível manteve os R$ 69,50, enquanto a safra nova foi a R$ 68,50 e fechou o dia recuando 0,72%. Em Santos, queda de 1,41% para R$ 70,00 e em São Francisco do Sul, baixa de 0,87% para R$ 68,40 por saca, ambas as referências para o produto disponível. No interior do Brasil, as cotações ainda não obdecem um caminho comum e há expressivas e baixas e altas sendo observadas nas principais regiões produtoras do país. Enquanto São Gabriel do Oeste/MS ganhou 1,85% para R$ 55,00 por saca, Sorriso recuou 3,85% para R$ 50,00. Além dos preços baixos em Chicago, afinal, as cotações sentiram a pressão ainda do dólar nesta quarta. A moeda americana fechou o dia com uma queda de 0,84% e valendo R$ 3,1463. O recuo se deu após a ata do Federal Reserve - o banco central norte-americano - enfraquecer aposta de mais juros nos EUA. Fonte: www.noticiasagricolas.com.br

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A Agência de Defesa Sanitária do Paraná (Adapar) divulgou neste mês uma portaria que antecipa o período de vazio sanitário da soja, ou seja, a proibição de manter plantas de soja durante um período específico. A partir do próximo ano, a medida vai durar 90 dias, diferente dos 85 deste ano, e irá de 10 de junho a 10 de setembro (este ano começou dia 15 de julho). O vazio sanitário é uma medida que visa reduzir a sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem-asiática da soja, evitando assim o surgimento precoce da doença na safra. A mudança no período foi feita para adequar o período do vazio sanitário ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático onde, em diversos municípios do Estado, a semeadura pode ocorrer a partir do dia 11 de setembro. “Se por um lado os agricultores podem semear a soja mais cedo, o que pode auxiliar no manejo da ferrugem-asiática, por outro lado amplia a janela de semeadura, o que pode dificultar o controle da doença nos municípios onde a semeadura é mais tardia”, avalia a pesquisadora Claudine Seixas, da Embrapa Soja. Vazio sanitário Desde 2006, o vazio sanitário vem sendo adotado no Brasil. A medida está implantada em 11 estados (MT, GO, MS, TO, SP, MG, MA, PR, BA, RO, PA) e no Distrito Federal e dura de 60 a 90 dias, dependendo do estado. A partir do próximo ano, a ação também será realizada em Santa Cataria, conforme foi divulgado nesta sexta-feira (28) pelo secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa do estado catarinense, em Abelardo Luz, Moacir Sopelsa. O Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), destaca que no período de vazio sanitário não deve haver soja em estado vegetativo para que o fungo causador da ferrugem asiática não sobreviva. Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio